DataHora

domingo, outubro 30, 2011

Confira pacotes de banda larga


Confira algumas opções mais populares de serviços para internet banda larga

Hedy Lennon, 30/10/2011

Ainda tem muita coisa para mudar

ASDL/Telefone



Speedy
http://www.speedy.com.br/

Diversos planos e opções até 8 Mbps. Pacotes a partir de R$ 29,80 mensais. (Em todos os planos tem esta mensagem - A velocidade anunciada de acesso e tráfego na Internet é a nominal máxima, podendo sofrer variações decorrentes de fatores externos). 3G - Cliente Speedy tem 50% de desconto na internet 3G da Vivo com modem grátis.


Speedy - Banda Larga Popular
http://www.speedy.com.br/

"A Telefônica aderiu ao programa de Banda Larga Popular criado pelo Governo do Estado de São Paulo, para levar a Banda Larga à população de baixa renda."

  • Velocidade de 256 Kbps de download e 200 Kbps de upload.
  • Não necessita linha telefônica.
  • Limite de download 10GB por mês, caso o cliente ultrapasse o limite sua velocidade será reduzida para 100 Kbps.
  • Modem grátis (comodato).
  • Provedor de acesso a internet gratuito.
  • Mensalidade de R$ 29,80.
IMPORTANTE

  • Serviço prestado pela empresa Ajato Telecomunicação Ltda, do Grupo Telefônica.
  • Cada cliente só pode comprar 01 (uma) Banda Larga Popular por CPF ou endereço.
  • A taxa de habilitação, no valor de R$ 150,00, é isenta, porém, caso o serviço seja cancelado antes de completar 12 meses, será cobrado sobre este valor o proporcional aos meses faltantes.

Adsl Turbo e Velox
http://www.oi.com.br/oi/oi-pra-voce/internet/planos/conheca-os-planos

Diversos planos e opções até 8 Mbps. Pacotes a partir de R$ 14,90 mensais.


GVT
http://www.gvt.com.br/
Premium com conexão de 5Mbps até 50Mbps a partir de R$ 114,90
Smart MAXX com conexão de 5Mbps até 100Mbps a partir de R$ 109,47.


Net
http://www.netcombo.com.br/

Oferece plano Net Vírtua com MODEM WI-FI Grátis, com velocidade mínima de 256kbps até 100MBps a partir de R$ 29,80. Tem o plano 3 em 1 = Linha fixa, Internet e TV = R$ 49,90 - Válido nos 3 primeiros meses.


CTBC - Apenas para Empresas, Governo e Provedoras
http://www4.ctbctelecom.com.br/

Para contratos acima de 12 meses. Internet + Telefonia + Provedor. Oferece 10 contas de 500MBps grátis. Oferece também modem grátis para empresas que adquirirem duas ou mais linhas telefônicas. SP, MG e DF A partir de R$ 99,80*. GO A partir de R$ 101,87*. * Ligações LDN e LDI utilizando o CSP 12. Suporte Técnico Gratuito 24h e etc.


TV a Cabo



Ajato
http://www.tva.com.br/Produtos/BandaLarga/

Oferece vários planos e pacotes com velocidades de 10 Mbps a 100 Mbps.(Residencial) a partir de R$ 29,90. Oferece também Internet Banda Larga, Fibra Óptica, Links Temporários, VPN, TV para Empresas até 100 Mbps e outros serviços.


 Satélite


Embratel
http://www.embratel.com.br/

Oferece o plano Giro, que usa tecnologia 3G a partir de R$ 39,90



Ragio
http://www.ragio.com.br/

Oferece plano com velocidade de 2 Mbps a partir de R$ 100,00.


Rural Web
http://www.ruralwebtelecom.com.br/

Oferece planos com velocidades a partir de 64 Kbps a partir de R$ 890,00.


Star One
http://www.starone.com.br/

Oferece conexão via satélite a partir de 200 Kbps a partir de R$ 488,00.


CDMA



Vivo
http://www.vivo.com.br/

A cobrança é feita pelo volume de dados que você utiliza. Oferece pacotes tipo o (Vivo Pós) tem "Vivo você" - Você pode adicionar até 6 pessoas da sua família no seu plano e falar ilimitado entre si em ligações locais, tudo isso por apenas R$ 19,90/mês por pessoa adicional. Tem ainda "Vivo Controle", "Vivo Pré" e outros planos a partir de R$ 58,86.

Tecnologia GSM: disponível nas frequências 850, 900, 1800 e/ou 1900Mhz

Tecnologia 3G: disponível nas frequências 850 e/ou 2100Mhz

Para utilizar os serviços de voz, mensagens ou Internet da Vivo, você deve possuir um equipamento com frequência compatível com a da rede utilizada.


Atenção


No caso do 3G, se seu aparelho for incompatível com as frequências da rede Vivo, funcionará automaticamente na rede 2G GPRS/EDGE ou GSM. Já os modems funcionam em todas as faixas de frequência na rede 3G da Vivo.


Rádio



Neovia
http://www.neovia.com.br/


Vivax
http://www.vivax.com.br/


WipLink
http://www.wiplink.com.br/


DirectNet
http://www.directnet.com.br/



Outros


Abusar
http://www.abusar.org/

O site da Associação Brasileira de Usuários de Acesso Rápido é o canal ideal para tirar dúvidas, ler dicas, ver reclamações de serviços e ler notícias relacionadas ao mundo da internet rápida.



* O Plano Web do Futuro não se responsabiliza por eventuais mudanças nos preços citados acima.


sexta-feira, outubro 21, 2011

Dicas para trabalhar em casa


Trabalho em casa: separando home de office

Por Alexandre Bobeda

Milhões de brasileiros trabalham em casa, online. Com as mudanças de estilo e hábitos, separar o trabalho da vida doméstica pode ser uma dificuldade. Veja algumas sugestões.

Só porque você trabalha para você mesmo, em seu confortável home office, não significa que tenha que ter um estilo informal, anti–profissional, de segunda categoria ou de pouco valor! Pior ainda: deixar que seu home office seja sinônimo de tempo disponível para tudo e para todos é uma afronta à sua competência.

Dito isto, o importante é saber que em seu home office você está no comando de sua pequena empresa, real ou virtual, e tem que pensar e cuidar de todos os detalhes. Por trás de tudo, é o seu nome que fica na frente, em evidência, e disso você não pode esquecer.

Então, que tal pensar um pouco em coisas que poderão dar um certo sentido profissional a seu trabalho em casa?


Aqui vamos nós:


Invista em você mesmo. Trabalhar em casa significa cuidar de seus (próprios) negócios em tempo integral. Assim, não hesite em se aperfeiçoar estudando muito, lendo muito (livros, revistas de negócios, semanários e jornais todos os dias!), fazendo cursos ou especializações, indo a feiras e eventos e buscando informar–se sobre cada detalhe de sua área de atuação.

Pense em dinheiro sim. E com atenção, pois em um home office você provavelmente não terá garantias salariais por mês nem benefícios. Assim, faça as contas e descubra de quanto por mês você necessita para se manter? custos fixos e variáveis ? e trabalhe para isso. Caso seja por RPA, defina com a empresa que pagará por seus serviços um valor que já inclua os gastos com esse recibo (11% de INSS + alíquota de IR).

Pesquise sobre o mercado. Vale tudo para saber mais sobre seus competidores: conversar com outras pessoas que trabalham por home office, ler revistas, navegar na internet e até mesmo participar de comunidades profissionais no Orkut (Extinto) ou Facebook. Visitas a livrarias de vez em quando são recomendáveis.

Fale com sua família. Converse com as pessoas que moram com você, sejam pais, irmãos, esposas, maridos etc. Mesmo que você more só, é bom também se comunicar. Conte sobre o seu trabalho em sua casa da forma mais profissional possível, como tem que ser. Afinal, a valorização começa mesmo por você.

Formate seu home office. Para isso, basta arrumar um canto em sua casa. Mas, se é para começar, seja simples e realista. Invista apenas no básico e necessário, seja em móveis ou equipamentos. À medida que as coisas forem melhorando e se desenvolvendo, seu home office poderá seguir o mesmo caminho, não o inverso!

Abra uma conta apenas para seus negócios. Caso não consiga separar as finanças pessoais das de seu trabalho, essa é uma boa opção. O importante é não cair no cheque–especial ou ficar no vermelho.

Faça cartões de visita. Para começar, uns 100 cartões bastam. Mas que seja algo bem feito, profissional, com o logotipo de seu site ou empresa. E se livre deles! Porque, afinal, nunca se sabe se um encontro informal qualquer poderá ser seu próximo grande negócio. Mais: os clientes gostam disso.

Tenha seus conselheiros. Ou seja, algumas pessoas de sua inteira confiança que possam dar uma ajuda informal em questões relativas à forma de atuar nos negócios, sua apresentação, formas de abordagem, tratamento aos clientes, dicas diversas etc. Uma visão externa sempre ajuda, mesmo que não seja (e muitas vezes é melhor mesmo que não seja) de especialistas no assunto.

Envie um release. Ou um simples e–mail, bem feito e bem escrito, falando de sua empresa, seus negócios ou seus serviços. Consiga e–mails de gente que trabalha em áreas relacionadas a sua e faça uma apresentação convincente. Seja seu melhor vendedor.

Escreva sua proposta. E defina quais são os objetivos e a atuação de seu trabalho. Você também poderá decidir qual é sua missão, a sua visão e quais são os seus valores. Se preferir algo mais detalhado, escreva um plano de negócios (os conhecidos business plans). Profissionalização é isso aí!

Tenha um website. De preferência, com seu próprio domínio. É a grande diferença entre uma apresentação mais atraente e profissional e uma simples página na internet. Ou seja, é sua casa virtual, e deve ser a melhor possível. Existem no mercado hoje provedores que cobram bem pouco ? abaixo de R$ 10 por mês ? para hospedar sites.

Networking. Sempre conte às pessoas onde está você e o que está fazendo. Apareça para ser sempre lembrado. Vale participar também de listas de discussão na internet, dentro de sua área de atuação. E se lembre sempre de assinar seus e–mails com: seu e–mail, home page e/ou telefone.

Promova você mesmo. Dedique alguns minutos por dia a divulgar seu trabalho. Se não der para pagar por anúncios, ao menos faça questão de ter seus dados em sites de organizações ou empresas que participam ou ajudam a regulamentar sua profissão. Muitas têm áreas destinadas a revelar quem são os profissionais no mercado, uma espécie de ?quem é quem?.

Use sua marca. Para começar a conscientizar as pessoas/empresas de contato, ainda que de forma tácita, que você tem uma - mesmo que em home office. Então, faça isso, por exemplo, criando documentos com cabeçalho e rodapé que levem o logotipo, website e e–mail. Assim você contribui para dar mais charme e valor ao seu trabalho.

Evite interrupções sucessivas. Assim, você se concentra no que faz e obedece bem aos prazos e metas. Ou você acha que só porque está em home office não precisa delas? Faça por você mesmo e defina o momento certo para ler e responder e–mails e atender ou fazer ligações. O caminho para uma rotina estressada é atender a todos os telefonemas a cada instante (claro, você precisará de uma secretária eletrônica ou de um celular com voice mail) e ficar patrulhando a sua caixa de entrada no seu programa de correio eletrônico preferido. Pense nisso. E em seu trabalho também.

Diga não. Às pessoas que pensam que seu tempo em home office é pura diversão. Fazer tarefas domésticas, ser motorista de alguém ou servir de ouvidor para as mágoas alheias durante seu momento de trabalho não dá. Diga, com educação e gentileza que, quando você está trabalhando, você trabalha. E se perguntarem a você o que faz em casa, diga simplesmente que está trabalhando.

Tenha pensamento positivo. Não deixe emoções negativas como culpa, ansiedade, medo e preocupação invadirem sua mente, principalmente quando você está trabalhando. Pare, olhe para o lado e pense no que poderá aprender de determinada situação quando as coisas não vão tão bem como deveriam. Identifique seus erros e saiba como fazer diferente e melhor da próxima vez, gerando pensamentos proativos e positivos.

Celebre sempre!. Faça de seu trabalho em home office sua verdadeira realização profissional, sua paixão, não uma saída para a falta de empregos ou para não fazer nada. Crie um verdadeiro lema de qualidade total para você mesmo, procure fazer sempre melhor, busque novos clientes e pense a cada dia em maneiras de crescer e se desenvolver profissionalmente, melhorando seus negócios. [Webinsider]

Sobre o autor:
Alexandre Bobeda (abobeda@gmail.com) é designer de interfaces e mantém um blog




Home Office


Trocar o nervosismo do trânsito e a obrigação de vestir terno e gravata pelo conforto de trabalhar em casa tem feito parte da rotina de profissionais liberais e executivos de grandes empresas. É o chamado Home office. Existem empresas de Home office especializadas em terceirizar alguns serviços oferecendo secretárias e sistemas que armazenam mensagens e fax, que podem ser acionados de onde a pessoa estiver.

Aparelhos como pagers podem também enviar e receber mensagens de e-mail. O celular é imprescindível para quem não tem secretária e passa parte do tempo na rua, visitando clientes. Os notebooks conjugados aos celulares permitem que o escritório acompanhe o profissional aonde quer que ele vá. Existem também aparelhos multifunções que facilitam a vida de quem está fora, integrando scanner, impressora a laser e copiadora doméstica. Um requisito importante é possuir uma linha telefônica extra, para que a linha de casa não interfira na outra, ou vice-versa.

O profissional que trabalha em casa pode produzir mais, desde que consiga manter uma disciplina rígida e não deixe o serviço de lado. Além disso, a pessoa deve estar preparada para tomar decisões importantes sozinha, já que não terá o chefe sempre à frente para consultar. Dica: controle rigorosamente a agenda, não deixe a redação de relatórios e propostas para a última hora e, o principal, explicar à família que o horário de trabalho deve ser respeitado. Um outro cuidado com a rotina virtual é a de não deixar distanciar as pessoas de uma empresa. A união com a equipe de trabalho deve ser mantida pelas reuniões semanais.

Dessa forma, além de aumentar a produtividade e prestar melhor atendimento ao cliente, economiza-se dinheiro. Segundo um estudo os custos da administração podem cair até 35% quando se reduz o número de funcionários trabalhando nas dependências da empresa. Algumas empresas, quando querem abocanhar mercados externos, se desenvolvem a partir de uma estrutura virtual e, só depois, montam uma sede física no novo ambiente.

Fonte: Info Exame - jun/97


terça-feira, outubro 18, 2011

Engolir sapos faz mal


Engolir sapos faz mal a saúde





Elisa Correa

"Por que toleramos ou ficamos calados diante de algo que nos desagrada? Posso ter sido qualquer coisa, menos blasfemador." O teólogo e filósofo italiano Giordano Bruno teria pronunciado essas palavras no dia de sua execução, 17 de fevereiro de 1600, em Roma. Ele se recusou a negar suas opiniões religiosas e a teoria do astrônomo alemão Johannes Kepler de que a Terra girava em torno do Sol. Por isso, foi condenado, preso e queimado vivo. Dezesseis anos mais tarde, foi a vez de o astrônomo Galileu Galilei ser perseguido pela Igreja Católica. Depois de construir um telescópio para observar o céu, Galileu confirmou a teoria heliocêntrica e foi parar diante do tribunal do Santo Ofício. Para escapar das acusações de heresia e da fogueira da Inquisição, negou suas descobertas. Apesar de muito longe na História, o dilema enfrentado por Giordano Bruno e Galileu se mantém atual. Mesmo sem correr o risco de acabar na fogueira, continuamos a enfrentar a questão: defender nossas posições com unhas e dentes, sem temer as consequências, ou... engolir sapo.

"Engolir sapo significa tolerar coisas ou situações desagradáveis sem responder, por incapacidade ou conveniência", diz o escritor e professor Ari Riboldi, autor do livro O Bode Expiatório (editora Age), no qual explica a origem de palavras, expressões e ditados populares com nomes de animais. Segundo ele, uma das possíveis versões sobre a gênese da expressão viria do texto bíblico. De acordo com a tradição judaico-cristã, o deus Javé enviou dez pragas sobre o faraó e o povo do Egito, pelas mãos de Moisés. A finalidade era convencer o faraó a libertar o povo hebreu, escravo no Egito, permitindo que ele partisse para a nova terra sob o comando de Moisés. O episódio das pragas faz parte dos capítulos 7º a 12º do Êxodo, livro do Antigo Testamento - a segunda praga, a infestação de rãs, é narrada no capítulo 8º. Elas tomaram conta das casas, quartos, leitos, pratos e de todos os ambientes habitados pelo faraó e pelos egípcios. Ao morrerem, ficaram aos montes infestando os locais e causando doenças. "O texto bíblico menciona rãs e não sapos, mas trata-se apenas de uma versão", diz Riboldi.


O bonzinho


Origens da expressão à parte, quem vive engolindo sapos sofre muito: tem dificuldade para dizer não, fica calado ou concorda com o outro em situações polêmicas só para evitar conflitos, ignora os próprios desejos para não gerar mágoas. "A pessoa não expressa seu sentimento e opinião simplesmente por medo da reação negativa de seu interlocutor. Essa atitude tem a ver com a cultura, com crenças que estão no modelo mental guiando nosso comportamento para a passividade em situações em que nos sentimos ameaçados ou com riscos de perdas", explica Vera Martins, especialista em medicina comportamental, diretora da Assertiva Consultores, de São Paulo, e autora do livro Seja Assertivo! (editora Campus).
 
Depois vem aquela sensação de impotência e frustração por não conseguir expressar os sentimentos, por achar que tem sempre alguém determinando o que deve ser feito. E lá ficamos nós, nos sentindo incompreendidos e manipulados, remoendo uma mistura de raiva e culpa enquanto pensamos no que deveríamos ter dito no momento que já passou. Como consequência, nossa autoestima e confiança despencam no mesmo ritmo com que perdemos o respeito dos outros, que passam a não nos levar mais em conta. Muitas vezes, o engolidor de sapos se esconde atrás da figura do bonzinho, aquele sujeito sempre preocupado em agradar - para ser aceito e querido. "Ele usa uma linguagem extremamente cuidadosa, porém é violento consigo mesmo, pois cede seus direitos em prol do outro", diz Vera. Na verdade, as atitudes do bonzinho são alimentadas por uma expectativa de reciprocidade: ele se posiciona passivamente na situação, sendo agradável e condescendente, esperando que o outro também faça o mesmo. Quando isso não acontece, a raiva aparece.
 
 

Corpo e mente


Se engolir sapos pode ser considerado uma estratégia de proteção, de permanência na chamada zona de conforto, precisamos saber que sofreremos consequências deletérias por não defender nossas posições. "A raiva é uma das emoções que as pessoas têm mais dificuldade de manifestar. Muitos enterram a agressividade durante anos e têm pavor do que pode acontecer, caso resolvam desabafar. Acham que qualquer demonstração desse sentimento vai magoar os outros", afirmam Robert Alberti e Michael Emmons no livro Como se Tornar mais Confiante e Assertivo (editora Sextante). "Engolir sapo é o mesmo que engolir a raiva, uma emoção protetora que nos avisa quando algo está errado. E ela estimula à ação. O estrago físico, emocional e mental de quem não põe isso para fora é arrasador com o passar do tempo, favorecendo diversas doenças", diz Vera. É o que também adverte o psiquiatra e psicanalista Ricardo Almeida Prado, do programa de atendimento e estudos de somatização da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "Todo fenômeno que se passa com o ser humano é psicossomático, porque a psique está todo o tempo presente." Segundo ele, existem algumas doenças em que essa correlação se torna mais evidente, como alergias, asma brônquica, dermatites, síndrome do intestino irritável e fibromialgia. No entanto, ainda são poucas as pessoas que percebem essa associação. "Às vezes você sai de uma reunião com uma enorme dor de cabeça, termina um almoço com muita dor de estômago e não percebe que isso está associado ao fato de não ter se posicionado como gostaria. Quando chega em casa, pensa em tudo o que deveria ter falado e não teve coragem naquele momento. E se sente muito mal por isso", diz Denise Gimenez Ramos, psicóloga e professora titular do programa de pós-graduação em Psicologia Clínica da PUC-SP.
 
Essa separação entre corpo e mente vem do Iluminismo. E, se por um lado permitiu um grande desenvolvimento tecnológico e científico, nos deixou como herança a dificuldade de relacionar os problemas de saúde com nossa própria história. "É muito mais fácil pensar que a doença é gerada por um problema físico, porque é como se a gente não tivesse nada a ver com aquilo. Se você pensar que ela tem uma origem psíquica, vai ter que pensar no quanto está implicado, em qual é sua responsabilidade", afirma Prado.
 
 

Que tal dizer não?


Existe redenção para um contumaz engolidor de sapos? Adiantaria descontar a raiva contida, reverter a situação de desvalia e enfiar o pé na jaca? Valeria a pena aprender a reagir na mesma moeda? As respostas passam pela compreensão do conceito de assertividade. Quem é assertivo diz o que pensa com confiança e firmeza, consegue se expressar e defender suas posições de maneira afirmativa, sem perder a simpatia das pessoas. É alguém que não engole sapos - mas também não faz ninguém engolir. "Muitos acreditam que a pessoa assertiva é agressiva em situações de conflito e passiva quando não é conveniente se posicionar. Está errado, o comportamento assertivo é firme, focado na solução do problema, enquanto o não-assertivo é focado no culpado do problema", afirma Vera Martins.
 
Ter um comportamento nãoassertivo é sinônimo de engolir alguma coisa que não queremos, que alguém nos empurra goela abaixo. Mas por que permitimos, sem nos posicionar? Por medo. Não reagimos por receio da reprovação, da crítica. "As pessoas têm a fantasia de que se disserem ‘não’ vão perder o amor do outro. Isso é muito destrutivo, ela acaba expiando o sentimento de culpa na posição de submissão. Quando, na verdade, é o contrário: ao se posicionar, o outro percebe que existe uma pessoa, com opiniões próprias, que precisa ser considerada", diz Ricardo Prado.
 
Claro que, muitas vezes, é difícil ser assertivo no trabalho, por exemplo. O medo de represálias e até de perder o emprego pode falar mais alto. Sim, dentro de uma empresa existe uma hierarquia e regras que precisam ser respeitadas. Mas qual o limite disso? Como estar submetido a um determinado sistema sem perder a identidade, sem deixar de ser a pessoa que você deseja? "O assertivo avalia cada situação e decide se vale a pena se posicionar. Ele não engole sapos e sim recua estrategicamente, sentindo-se confortável na situação", afirma Vera.
 
Quem atura muita coisa calado acaba sendo agressivo em algum momento. Pessoas passivas no trabalho podem ser agressivas em casa, descarregando a raiva nos filhos, na mãe ou no companheiro porque se sentem mais seguras. Mesmo explodindo, acreditam que vão continuar sendo amadas. Quem recebe a agressão deve evitar reagir do mesmo jeito. "Senão vira uma guerra para ver quem humilha mais, quem pode mais. A atitude saudável é apontar para o outro a agressão e não devolver na mesma moeda", diz a psicóloga Denise Ramos.
 
 

O responsável é você


Mas qual o caminho para atingir a assertividade? Como deixar para trás o comportamento passivo? Para começar, é preciso autoconhecimento. Os autores do livro Como se Tornar mais Confiante e Assertivo, Alberti e Emmons, afirmam que o treinamento para a assertividade evoluiu a partir da ideia de que as pessoas vivem melhor quando conseguem expressar o que querem e quando se sentem à vontade para dizer aos outros como gostariam de ser tratadas. "Algumas, porém, têm dificuldade para decidir o que querem da vida. Se você tem o hábito de fazer as coisas para os outros e acredita que o que deseja não é relevante, pode ser muito difícil descobrir o que realmente importa."
 
Também é preciso deixar de sentir culpa. Você não é culpado e sim responsável pelo que acontece em sua vida. Ninguém tem a obrigação de ler seus pensamentos se você não se posiciona. Ninguém vai adivinhar seus sentimentos enquanto você não se manifestar. Para ser assertivo é preciso, antes de mais nada, reconhecer que muitos sapos já foram engolidos. Mas talvez ajude olhar para eles de outra maneira. "Essa coisa de ver o sapo como um animal sujo, nojento, é muito do nosso país. Há lugares onde eles são adorados. Na cultura oriental, por exemplo, são tidos como portadores de boa sorte e fortuna", afirma Célio Haddad, especialista em anfíbios e professor titular do departamento de zoologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp/Rio Claro). Ele também lembra que na pele dos anfíbios existem muitas substâncias alucinógenas. "Essa é a raiz da lenda da princesa. Se você ‘beijar’ um sapo, entrar em contato com sua pele, depois de 5 minutos pode realmente ver um príncipe na sua frente."
 
 

Que tal firmar um compromisso?


Beije cada sapo que aparecer no caminho e transforme-o em um príncipe. Para cada sim dito contra a vontade, diga um não. Para cada desaforo que levar para casa, exponha suas opiniões. Assim, de sapo em sapo, você estará aprendendo a ser assertivo. Não é fácil. Mas certamente é bem menos indigesto.
 
 

Perfil do engolidor de sapos



Bloqueador


Demonstra pessimismo e resistência em aceitar uma mudança, por medo de ser incompetente.



Procrastinador


Deixa tudo para depois. Sua vida é uma eterna crise, confirmando seu sentimento de incompetência.



Observador


Não se posiciona, prefere ouvir e fazer o que os outros decidem.



Amável e concordante


É educado, permissivo e concorda com tudo que o outro diz. É como se não tivesse opinião própria, pois normalmente acha a ideia do outro tão adequada que nem faz comentários.



Vítima


Reclama de tudo, coloca-se no papel de vítima, fazendo o outro se sentir culpado. Fonte: Vera Martins, especialista em medicina comportamental
 

 

A indigesta arte de engolir sapos


Qui, 15 de Fevereiro de 2007 15:28


Rapaz, pior do que engolir sapo deve ser mascar barata! Mas então por que nas empresas não se fala em “mascar barata”?

Floriano Serra


Ou quem sabe “lamber gambá” em vez de “lamber sabão”? Eu não sei, o fato é que no trabalho o que se ouve e se fala é em “engolir sapo”.

Quem não já “engoliu sapo” na vida, durante a trajetória profissional? Certamente devem existir gargantas e estômagos virgens nessa área, creio. Em compensação, devem existir os engolidores diários e contumazes do batráquio – já tão condicionados que não abrem mão da sua dose diária...Haja estômago!


Há uma premissa organizacional que garante que suas chances de ter um emprego estável são proporcionais à sua capacidade de exercer com magnanimidade e estoicismo (ou seja, sem reclamar) a tal arte. O pior é que a coisa vem a seco, sem nem ao menos uma farofinha ou um molho de tomate – o que, aliás, não sei se melhoraria em algo a tal refeição.

Dizem os entendidos em sapologia, que a origem da associação do sapo com algo nada palatável vem das Sagradas Escrituras – quem diria, hein? Contaram-me que em um determinado capítulo do livro do Êxodo, um rebelde Faraó recebeu como castigo de Deus uma série de pragas, uma das quais se constituía de uma invasão de milhares de rãs – ou de sapos. Se não são a mesma coisa, são com certeza da mesma família. Segundo a narrativa, o Faraó encontraria o bicho saltitante em todos os lugares possíveis e imagináveis do seu palácio – inclusive quarto de dormir, cozinha e banheiro. Dá pra imaginar?


Portanto, desde tempos imemoriais, fez-se do sapo um bicho nojento. E a Psicologia reforça: diz uma teoria que “todos nascemos príncipes e somos depois transformados em sapos” – e assim se explica a divisão entre os bons e os maus. Que coisa....E olhem que, ironicamente, não me lembro de ter visto um só filme de terror em que o personagem central fosse um sapo gigante. Quase toda a fauna e a flora já foi astro ou estrela de um filme de John Carpenter, Joe Dante, Zé do Caixão e outros diretores do gênero. O sapo, não. Parece que só aparece nas empresas, mesmo.

No trabalho, “engolir sapo” é não ter o direito, o espaço, a liberdade ou a coragem de responder à altura um insulto, uma humilhação, uma acusação, uma ironia.

Claro que essa impotência tem uma razão de ser óbvia: o “sapo” vem sempre do superior imediato. Ou seja: ninguém “engole sapo” enviado por um colega do mesmo peso hierárquico – e muito menos de peso menor. Donde se pode facilmente concluir que os “sapos” tem uma preferência toda especial em fazer do seu habitat natural as organizações que adotam um modelo de gestão autoritário e insensível. Que não permite o diálogo, a réplica, o esclarecimento, muito menos a argumentação.


Inclusive, na prática dessa “arte”, as coisas hoje estão cada vez mais fáceis (ou seria melhor dizer “difíceis”?) porque, graças ao avanço tecnológico, sobretudo da Informática, atualmente já se pode mandar (ou receber) “sapos” por e-mail ! Chique, não?

Mas, convenhamos: na verdade, não há nada de errado em “engolir sapos”, desde que algumas condições sejam observadas.


Questão de sobrevivência


Por exemplo: quando seu emprego depende da sua capacidade digestiva. Aí tem que comer, amigo. E, em alguns casos, até pedir bis! Porque se trata de um caso de sobrevivência profissional.

Quer ver outro exemplo? Quando você aprendeu a desenvolver anti-corpos emocionais contra “sapos”. Em outras palavras: quando há um canal de comunicação livre e desimpedido entre seu ouvido direito e o esquerdo – ou vice-versa. Traduzindo: quando você deixa o “sapo” entrar por um ouvido e sair pelo outro, sem descer para o estômago – e muito menos para o coração.

Mas nem tudo está perdido: garanto-lhe que se você treinar direitinho, você vai aprender a rir dos lançadores de “sapos”. Principalmente porque eles não têm a aparência de quem está se divertindo. Pelo contrário, quase sempre parecem “enfezados”, gritam, xingam, acusam, esmurram a mesa e soltam perdigotos. Cá pra nós: sei de uma empresa em que os funcionários criaram – claro que em segredo guardado a sete chaves – o “Troféu Frog”, para “premiar” semestralmente (também em segredo) o mais habitual e notório arremessador de “sapos” contra a equipe. Não é engraçado?

Agora, falando sério: nenhuma empresa que se preza, nenhum dirigente que respeita e valoriza seus colaboradores, nenhum gestor que está acompanhando as tendências das novas relações humanas, permite a criação e o arremesso de sapos em sua organização ou em seu departamento. As chamadas equipes de alta performance caracterizam-se justamente pela liberdade de expressão, pela transparência, pelo diálogo claro e objetivo, sem insinuações e muito menos agressões verbais. Ao invés de “lançamento de sapos”, as equipes integradas utilizam instrumentos mais saudáveis e profissionais, como as discussões técnicas, defesa e explicação lúcida dos pontos de vista contrários, das divergências e das opiniões diferentes.


Proponho que façamos uma campanha em defesa do sapo, para que eles sejam deixados em paz nas empresas. Ninguém precisa ser ecologista para saber que eles tem lá sua utilidade – mas claro que fora das empresas, no seu “habitat” natural.

Um conselho útil para ninguém precisar mais “engolir sapos” e ir correndo chorar no banheiro: inverta a premissa psicológica que citei acima e tente transformar os “sapos” enviados em sua direção em “príncipes”. É uma alquimia simples: basta misturar bem alguns ingredientes facilmente encontráveis em qualquer bom coração de qualquer esquina da vida: uma pitada de compreensão, outra de tolerância, mais uma de compaixão, um tiquinho de paciência e afeto e bom humor à vontade – ou como se diz em culinária: ao gosto.

Para encerrar, quero apenas registrar uma curiosidade que há tempos vem me intrigando: de onde será que os “arremessadores de sapos” diários conseguem tanto estoque?



Eu mesmo quando era criança engoli muitos sapos, ficava quieto, cabisbaixo e às vezes reagia chutando alguma coisa, batendo a cabeça na parede, era uma coisa de louco.


Para vocês verem como deve tomar muito cuidado com isso, digo por experiência própria:


Há muitos anos atrás, trabalhei em um Laboratório de Análises Clínicas e estava progredindo muito, o pessoal gostando de mim e do meu trabalho, até que surgiu uma baixinha invejosa que já estava lá, já há muito tempo, inventou coisas para a nossa chefe que se chamava Dona Emengarda. Ela me chamou a sua sala, falou um monte de bobagens para mim, apenas protestei que era tudo mentira, saí bravo de sua sala e quebrei a janela com um soco. Aquela janela de madeira antiga com veneziana que era colocada nas salas de todas as casas. A janela caiu pro chão e como resultado a Dona Espingarda, digo, Dona Emengarda chamou-me novamente e disse - "Você está demitido". Viram como não foi nada bom para ninguém.

Outra empresa que trabalhei durante muitos anos, tinha como gerente de setor um descendente de espanhol. Como eu era um exímio digitador, isso nos tempos em que o processador de textos dos computadores era um software chamado "Editex" e já nesta época estavamos utilizando o "WordStar", um pouquinho mais moderno, ainda com seus "controls" e "alts", não era tão simples para se formatar um texto, era muito complicado, talvez até vocês chegaram a conhecer.

Pois bem, um dia este nosso gerente do setor pediu-me para digitar um contrato com umas quarenta ou cinquenta páginas, e na minha mesa existiam mais uns dez textos para digitar. Após minha digitação de todos os serviços que eram a mim designados, entregava-os para os interessados e logo após me traziam para as correções que fossem necessárias. Quando olhei para o contrato que antes estava tudo bonitinho, certinho, talvez faltando um acento ou com palavras trocadas, ou queria que acrescentasse alguma palavra a mais ou tirasse alguma outra, mas não foi assim. Ele recortou todo o contrato; no lugar do Parágrafo I ele colocou um parágrafo lá do fim do texto e este Parágrafo I, foi transformado em Parágrafo XXIII e assim por diante com vários parágrafos.

Ao entregar este contrato pediu-me para mudar tudo. Fiquei louco na hora, comecei a discutir na frente dos Técnicos e Engenheiros que trabalhavam nas mesa à minha frente. Quando estava discutindo com ele "dentro" de minha razão, pois não tinha só o serviço dele, existiam outros que também eram urgentes. O pessoal a minha frente davam sinal e parecia que falavam - 'É isso mesmo Hedy, fala toda a verdade que ele merece'. Chegou um certo momento da discussão em que acabei perdendo a razão; mandei o Gerente tomar naquele lugar. O pessoal das outras mesas faziam sinal para mim com os dedos:


- 'Não, não, isso não'.

Depois quando o Gerente deu uma saidinha, os Técnicos e Engenheiros conversaram comigo e me deram os parabéns pelas verdades que falei ao Gerente, mas que deveria ter apenas discutido dentro de minha razão. Agradeci a eles pela oportuna conversa, foi muito bom.

Mas assim mesmo, não aguentei aquela discussão com o Gerente, porque ele achava que estava certo, então fui a sala de seu superior o Gerente da Divisão e explanei todo o ocorrido, nisso quando estava explicando o Gerente do Setor entra e fala:


- 'Hedy, nós já não conversamos.'

- Sim, mas nada foi resolvido, ficou elas por elas e eu vou ter que refazer esse serviço todo de novo?

Resultado: O Gerente de Divisão pediu-me para que por favor fizesse todo o serviço novamente para evitar mais atritos e que tudo bem, ele entendeu a minha razão, mas que não havia outro jeito.

A sorte é que não me despediram por usar palavra de baixo calão contra um superior, mas tive que fazer o dobrado. Fazer o que?


No final fiquei quase como um amigo do Gerente do Setor, ele até que era uma boa pessoa.

Hoje aprendi que devemos ser como advogados, mas educados, chegando a um termo que satisfaça ambas as partes. Não levar desaforo para casa e também não usar palavras de baixo calão e não chegar as "vias de fato", mas dentro de sua razão, defendendo a tese de que você está certo quando você estiver, caso esteja errado, ouça e acate e, respire fundo, conte até dez e acalme-se. É a melhor forma que aprendi, para tudo ou qualquer coisa que faço na vida.

Hedy Lennon





Agora vocês ficarão sabendo que engolir sapos não é só uma metáfora, podendo transformar o seu significado literalmente como engolir pela boca. Vejam só esta notícia:



‘Sapo gigante’ de mais de 20 quilos é encontrado na Malásia
  30/08/2011 - 09h17



Um aborígene malaio encontrou um sapo de 20 kg – o que é praticamente o tamanho de uma criança de quatro anos. O batráquio colossal foi encontrado perto de um rio na região montanhosa de Gemencheh, na Malásia. Um turista inglês chegou a ver o bicho e, espantado, perguntou ao malaio se ele estaria disposto a vender.


Como o aborígene pediu mais de R$ 500, o turista não topou e pediu para, pelo menos, tirar uma foto do monstruoso sapo. Ao voltar para seu hotel, o tal turista ficou remoendo a ideia e achou que, de fato, o sapo valia o que estavam pedindo.

No dia seguinte, ele passou num caixa, sacou a grana toda e colou na casa do malaio, perguntando pelo sapão. Para sua surpresa, o inglês descobriu que o malaio tinha fatiado o sapo-monstro e comido no jantar da noite anterior. Por dois motivos, rangar o bicho não foi boa ideia: o malaio deixou de ganhar quinhentinhos e, ainda por cima, teve um piriri fulminante e ficou de cama por semanas.

Engolir um sapo desse tamanho,
obviamente, não faz muito bem.

Fontes:

Vida Simples
Gestão de Carreira
Jornal de Paulínia


Orações dos usuários de PC


Conheça as Orações criadas na rede pelos próprios internautas


Esta é do tempo do microcomputador CP-400 Colour e do CP-500, ainda não existia Windows e nem Linux. Os processadores de texto mais utilizados eram o Editex e o Wordstar.



Oração do usuário de micro:



B-OM DEUS!

A-BENÇOE OS

C-OLEGAS QUE NÃO PERDEM

K-BYTES, ARDUAMENTE CONSEGUIDOS,


U-TILIZANDO-SE DE

P-ROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA. AMÉM!



Oração do viciado em computador


Google Nosso que estais na Net
santificado seja o vosso banner
venha a nós do vosso link
seja feita a sua vontade tanto no MSN quanto no orkut
O Windows nosso de cada dia nos dai hoje
perdoai nossos hackers, assim como nós perdoamos os panes no windows
e não nos deixe esquecer o código, mais livrai-nos dos vírus!
amem.



Oração do usuário de Linux


Linux nosso que estais no Kernel
Compilado seja os teus módulos,
Venha a nós com vossos menus
Seja feita as tuas "string's"
assim no C como no Shell.
O MOTD nosso de cada dia dai-nos hoje.
Resolvei as nossas dúvidas,
assim como nós lhe resolvemo todo o "resolv",
Não nos deixei cair no /dev/null,
mas livrai-nos do Bill Gates
Pois teu é , o módulo, o device e o shell,
para sempre.

Append!


Fonte: PC Fórum



Esta é para todos os usuários de PC, notebook, e outros bixos.


Oração antes de ligar o computador!!


Satélite nosso que estás no céu,
acelerado seja a nossa conexão.
Venha a nós e seu super texto.
E nunca nos falte a sua conexão,
Tanto no real quanto no virtual.
Dá-nos hoje o download de cada dia.
Perdoa-nos o café sobre o teclado,
Assim como nós perdoamos aos nossos provedores.
E não nos deixe perder a conexão,
E livra nos de todos os vírus
Amém.
Fonte: Forum Bom



Oração para o Internauta



Fonte: Answers Yahoo



Oração do Programador



Ave Memória cheia de Maps,
o Editor é convosco,
bendita sois vós entre as Placas,
e o curto de vosso entry: PC-Plus.
Santa Memória, mãe do Windows,
roteai por nós, Programadores, agora e na hora da Compilação,

Append!

Fonte: Perguntas Cretinas


sábado, outubro 15, 2011

Monte seu Home Office


Dicas para montar o seu


Trabalhar em casa já é uma realidade para 5 milhões de brasileiros. Veja o que fazer para ter o seu escritório particular.

Imagine não ter mais que acordar cedo todos os dias, não precisar fazer café escovando os dentes nem ter que pegar engarrafamentos infernais indo e voltando do trabalho. E olha que nem precisa ganhar na loteria para conseguir tudo isso. Basta trabalhar em casa.


O que parece sonho para muitos, para quase cinco milhões de brasileiros já é uma realidade. Segundo os autores do livro “As 100 dicas do Home Office”, o casal Marina e André Brik, o número de pessoas que montam seus escritórios em casa cresce a cada ano.

“Hoje, grandes empresas permitem que seus funcionários trabalhem de casa, política que, comprovadamente, aumenta a produtividade e garante uma economia de até 70%”, comenta Marina, jornalista, que trabalha em casa desde 2006.


André, publicitário, tem seu escritório em casa desde 2003, e não troca o conforto do lar por nada. “Quando resolvemos trabalhar em casa, precisamos apenas adotar algumas medidas para que o home office não se transforme em uma grande dor de cabeça”, explica.

Para ajudar você que também quer gozar das mordomias de trabalhar em casa, o AreaH pediu aos autores do livro uma lista com as 10 dicas mais importantes do home office. Veja se você está preparado para mudar sua rotina.


1 – Antes de ir para casa, passe na empresa


É muito importante contar com alguma experiência antes de partir para o seu home office. Este conhecimento adquirido na empresa vai ser útil quando você tiver seu próprio escritório e ainda lhe garante mais segurança e confiança.
 
 

2 – Evite improvisos de mobiliário



Se o orçamento permitir, já inicie seu home office com móveis específicos para escritório. Eles seguem normas de ergonomia para que você não sofra com danos à saúde no futuro. Caso não consiga investir logo no início, separe um valor mensalmente para poder adquirir os móveis aos poucos. É importante para a sua saúde e sua atitude profissional também.


3 – Mostre que você é profissional!


Não é porque você trabalha de casa que deve ficar de pijama o dia todo! Tenha em mente que é importante manter a atitude profissional. Assim, você trabalha mais motivado e confiante.


4 – Controle suas finanças


Planejamento financeiro é chato, mas necessário. Anote os gastos do seu escritório para poder separar o que é da casa e o que é do trabalho. Muito importante: gaste menos do que ganha. Também é fundamental poupar para o futuro (cerca de 10% ao mês).


5 – Filhos no home office? Sem problemas!


Trabalhando em casa você fica mais perto da família. Porém, é preciso manter o foco no trabalho durante o horário comercial. Se seus filhos são maiores, estabeleça regras e horários. Vale até fazer uma sinalização para colocar na porta do escritório (pedindo silêncio ou mostrando que está no trabalho). Se as crianças são menores, vale contratar uma babá.


6 – Menos papel, mais produtividade


Evite que a papelada do escritório tome conta da casa. Selecione os papéis que são importantes; os que não forem, reutilize-os ou mande para a reciclagem. Se precisar de espaço para arquivo, recorra a sótão, garagem, etc. Mas tudo organizado, para poder encontrar com facilidade quando precisar.


7 – O home office É um escritório


Sempre se refira ao seu home office como escritório, não como casa. Afinal de contas, é lá onde você trabalha. A palavra correta reforça a atitude profissional para você e seus clientes.


8 – Faça pausas


Você trabalha de casa, mas não está imune ao stress. Lembre-se do seguinte nos momentos de tensão: respire fundo, faça uma pausa de 5 minutos, visualize o melhor cenário. Com as ideias no lugar, dá para retomar o trabalho.


9 – Acabe com o junk food da despensa e da geladeira


A tentação está muito próxima de você, a poucos passos. Por isso, aproveite o fato de estar trabalhando em casa para melhorar sua alimentação. Abasteça sua casa-escritório com frutas, iogurtes, barras de cereal. É uma chance até de perder aqueles quilinhos a mais.


10 – Evite distrações


A TV está logo ali, a cama também. O vizinho chamou e quer bater um papinho. Cuidado com essas armadilhas da produtividade. Claro que você pode dar uma relaxada nos intervalos, mas lembre-se de que o compromisso com o trabalho é mais importante durante o horário do expediente.


Se você quiser saber de outras dicas para ser um home officer, acesse o site Go Home


Entrevista de emprego


Top 10: Erros fatais na entrevista de emprego

Por AreaH
Yahoo! Notícias – sex, 9 de set de 2011


Selecionar profissionais para as vagas das empresas é uma tarefa que demanda cuidados extremos, por isso, os entrevistadores são pessoas treinadas para ler a sua personalidade, captando mensagens pelos seus gestos e respostas. A entrevista é a prova de fogo para quem está na fila do banco de talentos. Atente-se para as dicas a seguir e saiba como evitar erros fatais que vão jogar cimento nas suas chances de conquistar a vaga pretendida.


1 – Atraso


Fazer qualquer pessoa esperar é falta de respeito, chegar atrasado numa entrevista de emprego mostra que você é desorganizado e que não deu a devida importância ao compromisso. Se você enfrentou problemas para chegar ao local e o atraso não aconteceu por desleixo, ligue para a empresa, explique ao contratante e diga se é possível passar outro candidato na sua frente até que você consiga chegar.


2 – Evite a extrema simpatia


Você pode ser um cara muito legal, mas não é na entrevista de emprego o momento ideal para mostrar isso. Evite elogiar a aparência do entrevistador e tratá-lo com liberdade, ele não é seu amigo e você pode parecer um bajulador. Seja cordial e lembre-se que a entrevista é um momento formal.


3 – Questionar o horário estabelecido


São poucas as empresas que oferecem vagas com horários flexíveis. A empresa precisa da sua dedicação naquela determinada carga horária, se você não pode se comprometer, a vaga não é pra você.


4 – Objetividade


Seja prático, não conte histórias para responder às perguntas feitas pelo entrevistador, esse tipo de atitude demonstra insegurança e falta de clareza nos assuntos. Responda o que lhe foi perguntado com tranqüilidade, sem o uso de gírias e sem citar situações que exemplifiquem a resposta.


5 – Pretensão salarial


Se você foi até a entrevista sabendo o valor pago para aquele cargo, não justifique um aumento baseado em suas necessidades financeiras pessoais. Caso você tenha sido surpreendido com um valor abaixo do esperado, vá até o fim da entrevista com todo seu empenho, e somente depois de responder todas as questões, diga que o valor está abaixo do que você pretendia, e coloque-se à disposição para uma próxima oportunidade quando a proposta financeira estiver de acordo com a sua pretensão.


6 – Costumes internos da empresa


As práticas internas da empresa não vão mudar com a sua chegada, portanto, não cabe perguntar ao contratante situações como emenda de feriados, a qualidade dos aposentos da empresa (ex.: na cozinha tem micro-ondas, é espaçosa, terei armário para guardar meus pertences, etc) e questionar a idoneidade dos serviços da mesma (ex.: eu li no Twitter algumas reclamações de consumidores sobre vocês).


7 – 'O que lhe interessou na vaga?'


Esteja preparado para responder essa pergunta com clareza e rapidez. Antes da entrevista, faça uma pesquisa sobre a empresa e mostre que você sabe onde está pisando. Evite ser modesto demais para parecer mais simpático aos olhos do entrevistador.


8 – Situações de pressão


Uma das funções do entrevistador é surpreender o candidato. De acordo com os gerentes de recursos humanos, uma das perguntas mais usadas ultimamente é: 'Como você lida ao trabalhar sobre pressão?'. Responda usando exemplos profissionais, jamais pessoais.


9 – 'Por que devemos contratá-lo?'


Não fique pensativo nesse momento, demorar nessa resposta pode estragar tudo. Esta resposta deve conter os melhores itens da sua carta de apresentação, aqueles que resumem suas principais aptidões. Jamais cite: 'porque eu preciso, porque eu sou uma pessoa merecedora, porque eu tenho tudo o que a empresa procura'.


10 – Se o entrevistador abrir espaço...


Quando a entrevista está chegando ao final, geralmente o entrevistador deixa uma lacuna para que você faça suas observações. Se isso acontecer, acrescente o que não lhe foi perguntado sobre suas aptidões e aproveite para saber mais sobre a empresa. Evite comentários negativos das empresas que você trabalhou e procure mostrar otimismo com relação à vaga.
 
Fonte: AreaH
 

Outras dicas para emprego


Seis dicas para você encontrar o emprego certo


Confira os principais fatores que determinam a realização profissional, de acordo com especialistas.


Ser feliz no trabalho é o desejo de todos, no entanto, privilégio de apenas metade dos brasileiros. Segundo pesquisa realizada pela Right Management, consultoria em gestão de carreira e talentos, 48% dos profissionais diz estar infeliz no trabalho. Os mais descontentes são os jovens na faixa dos 20 aos 30 anos.

De acordo com consultores de carreira o descontentamento no trabalho pode estar relacionado a escolhas erradas. Pode ainda estar ligado à dificuldade de casar objetivos pessoais com valores organizacionais.

Para ajudar você a encontrar o emprego certo consultamos Tais Targa, manager partner da TTarga Career Consulting e especialista em Entrevista do Empregos.com.br, e o consultor Fernando Montero da Costa, diretor de operações da Human Brasil. Confira as dicas.


1. Invista no autoconhecimento


A realização profissional não vem antes da pessoal. Saber o que motiva você, quais suas habilidades e pontos a ser desenvolvidos é imprescindível para o sucesso profissional. “É fundamental avaliar o que você busca em termos profissionais. É estabilidade financeira ou uma recompensa maior?”, questiona Tais.

Tudo começa com a escolha adequada, diz o consultor Fernando Montero da Costa. “O profissional deve escolher uma carreira que combine com os gostos dele, que tenha a ver com suas aptidões.”


2. Avalie se o seu jeito e o da empresa combinam


Segundo a especialista Tais Targa, grande parte dos profissionais se equivoca com o status de determinadas companhias. “Às vezes o profissional faz parte do quadro de funcionários das Melhores Empresas para Trabalhar, mas tem o azar de ter um mau gestor.”

Tais afirma que o profissional deve pesquisar sobre a companhia para saber se a cultura dela é compatível com o valores pessoais. “Você prefere trabalhar em uma empresa competitiva ou de cultura amigável?”, pergunta a especialista.


3. Tenha um plano de carreira


Para dar certo uma carreira precisa ser bem planejada, considerando fatores externos, como a economia e as transformações do mercado de trabalho. Segundo Tais, o profissional deve avaliar ainda o que determinada experiência agrega ao seu currículo. “Muitas vezes a atividade não oferece ao profissional uma oportunidade melhor no futuro.”


4. Saiba administrar o “lado chato” do trabalho


Narizes tortos, chefes fracos, tarefas burocráticas. Por mais que você goste do que faz e que a empresa lhe proporcione crescimento pessoal e profissional não existe emprego perfeito. “Mas o ideal é que na maior parte do tempo o profissional se sinta realizado no trabalho”, afirma Fernando Montero, da Human Brasil. Segundo o consultor, pelo menos 70% das atividades devem satisfazer o profissional. “Os 30% restantes são tarefas ou situações inerentes a qualquer organização.”

Para Tais, circunstâncias não muito agradáveis devem ser encaradas como “laboratório”. “A maioria dos profissionais esbarra na parte relacional. É preciso aprender com a situação para sair fortalecido dela.”


5. Construa boas redes de relacionamento profissional


Grande parte das vagas de emprego não é divulgada no mercado. São postos preenchidos por meio do networking. O relacionamento construído nas mídias sociais também é importante. “As redes sociais têm tornado os processos seletivos e a busca por candidatos muito mais rápidos”, confirma Fernando. “Com certeza as redes tornam os profissionais mais visíveis e contribuem na busca do emprego ideal”, completa.


6. Conte com a sorte


Não pense que o recrutador vai entrar em contato com você sem o mínimo esforço e vontade de sua parte. Mas não podemos negar que alguns casos de sucesso ocorreram por acaso – se é que se pode chamar assim. “Diria que é 90% esforço e persistência e 10% sorte”, diz Fernando.

O fato é que algumas circunstâncias, continua o consultor, colaboram ou não para o êxito na busca do emprego dos sonhos. “Localidade, formação e nível social do profissional pesam, com certeza. Mas a internet minimiza um pouco isso”. Identificar-se com o trabalho, contudo, é – e sempre será – o principal fator de realização profissional, afirmam consultores.

Fonte: Empregos


domingo, outubro 09, 2011

A Herança de Steve Jobs


Um exemplo de vida

Edição da semana (n°2238 - 12 de outubro de 2011)

As ideias de Jobs para mudar o seu mundo


O legado de um dos grandes inovadores da história é incontornável - e não apenas p
orque as criações da Apple inventaram o século XXI. Entender como funcionava a mente de um gênio instintivo, e como ele tomava decisões, serve de aprendizado, vale como lição de vida.

Steve Jobs – o gênio da tecnologia responsável por revolucionar ao menos três segmentos da indústria e inovar outra – morreu nesta quarta-feira, dia 05 de outubro, aos 56 anos de idade. Ex-CEO e força criativa por trás da Apple, ele lutava desde 2003 contra um câncer raro no pâncreas, que o levou a deixar, em agosto, a direção da companhia que ele fundou em 1976 e ajudou a transformar em uma das mais valiosas do planeta. Jobs deixa a mulher, Laurene, e quatro filhos – três mulheres e um homem.


 

Steve Jobs: 1955 - 2011

 
  • A vida, a obra e o legado
 
Morre o Leonardo Da Vinci moderno
O futuro da Apple sem seu inventor
A vida extremamente privada do executivo
 
 
 


Repercussão
 
 
 
Fonte: Revista Veja
 
 
 
 
 
 

sábado, outubro 01, 2011

Internet Popular


Internet popular começa a ser vendida sábado 01/10/2011


Em sexta-feira 30/9/2011, às 17:10


A partir do dia primeiro de outubro, consumidores de 344 cidades brasileiras poderão contratar pacotes de internet com velocidade de um megabit por segundo a R$ 35 por mês. Nessa data, passa a valer a obrigatoriedade dos acordos firmados pelas empresas Oi, Telefônica, Algar Telecom e Sercomtel para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

A expectativa do Ministério das Comunicações é que, até o final do ano, 544 municípios brasileiros tenham acesso ao pacote popular de internet. Até 2014, todos os municípios brasileiros serão contemplados pelo serviço. Também serão iniciadas, a partir de amanhã, as ofertas de atacado dos termos de compromisso, destinadas a pequenos prestadores. Essas ofertas devem, em um primeiro momento, cobrir 982 municípios do País.

Conforme os Termos de Compromisso assinados pelas quatro concessionárias, não poderá haver venda casada, ou seja, a empresa não poderá obrigar o consumidor a comprar outro produto além da conexão à internet. Onde a venda de internet fixa por R$ 35 não for viável, porém, a operadora poderá vender banda larga móvel pelo mesmo valor mensal.

A TIM e a Claro também aderiram ao PNBL. A expectativa da TIM é contemplar 1.000 cidades até 2012 com o plano criado pela empresa especialmente para esta parceria com o governo federal. A Claro, que formalizou a adesão em agosto, anunciou o início imediato da oferta de internet rápida a preços populares, segundo o Ministério. Na próxima semana, o Ministério das Comunicações publicará na internet a lista com todos municípios abrangidos pela primeira etapa do PNBL.


Regras


Qualquer pessoa vai poder contratar um pacote de internet do PNBL. Para que isso ocorra, é preciso que a cidade esteja incluída no cronograma das empresas e que haja disponibilidade técnica. As empresas se comprometeram a oferecer o serviço de banda larga desenhado pelo governo a, pelo menos, 15% da base de assinantes de telefonia fixa da localidade.

Todos os pacotes vendidos no âmbito do PNBL têm limite mensal de tráfego. No acordo assinado pela Telefônica, por exemplo, o limite de download da banda larga fixa, que inicialmente é de 300 Megabytes (MB), passará para 600 MB e chegará em junho de 2013 a 1 Gigabyte (GB). Na banda larga móvel, é a metade: 150 MB, 300 MB e 500 MB, respectivamente.


No caso da Oi, o limite de download ofertado para internet fixa começa com 500 MB e será elevado para 1 GB após seis meses, sem patamares intermediários. Para a banda larga móvel, a franquia inicia com 150 MB, sobe para 200 MB e alcançará 300 MB em junho de 2013.

O serviço de internet não poderá, de modo algum, ser interrompido caso o usuário exceda o limite mensal de tráfego de dados. Caso o consumidor ultrapasse a franquia, a operadora poderá reduzir a velocidade da conexão, em limites que serão definidos pela própria empresa. A empresa também poderá oferecer ao consumidor a opção de fazer um pagamento extra para que a velocidade da conexão volte ao patamar normal.

As empresas vão apresentar ao Ministério das Comunicações, em 30 dias, um cronograma inicial com as primeiras cidades onde será ofertado o serviço. Os cronogramas terão metas trimestrais, que serão avaliadas e acompanhadas pelo Ministério antes e depois da implementação das ações por parte das empresas. Por questões de estratégia mercadológica, a lista das cidades onde haverá oferta de internet pelo PNBL só será divulgada 30 dias antes do início da comercialização na localidade.

Fonte: Yahoo Finanças